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Solos são materiais
minerais e/ou orgânicos, dispostos em camadas ou horizontes na superfície superior
do terreno, resultantes da decomposição das rochas ou dos restos de vegetais.
A decomposição das rochas se dá através de agentes físicos, como a temperatura;
químicos, como a ação da água produzindo a hidrólise dos minerais; e biológicos,
como a ação dos microorganismos. O solo é denominado autóctone quando está assentado
diretamente sobre o material que lhe deu origem (rocha matriz, nos solos minerais),
e alóctone, quando é resultante do transporte pela água, pelo gelo ou pelo vento,
de sedimentos intemperizados, para locais fora de sua origem, como são, por
exemplo, os solos aluviais nas várzeas.
Dependendo do conteúdo de matéria orgânica,
os solos podem ser divididos em dois grupos gerais, a saber:
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solos minerais - possuem até 30% de matéria
orgânica;
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solos orgânicos - possuem até 100% de matéria
orgânica e originam-se dos depósitos de vegetais em pântanos, brejos e banhados,
que se decompõem sob a água pela ação de fungos e de bactérias anaeróbicas,
além de outros elementos, promovendo a síntese do húmus.
Em síntese,
os solos podem ser definidos como “um conjunto de corpos naturais, sintetizado
em forma de perfil, composto de uma mistura variável de minerais despedaçados
e desintegrados, e de matéria orgânica em decomposição, que cobre a terra com
uma camada fina e que fornece, desde que contenha as quantidades necessárias
de ar e água, amparo mecânico e subsistência para os vegetais” (Buckman e
Brady,
1967).
Detalhes sobre os solos das bacias hidrograficas
da região do CILSJ podem ser obtidos:
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no site da EMBRAPA Solos: http://www.cnps.embrapa.br/
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no site da PESAGRO: http://www.pesagro.rj.gov.br/
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no site da Companhia de Pesquisas de Recursos
Minerais – CPRM, Projeto Rio de Janeiro: http://www.cprm.gov.br/geo/rjinicio.html
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Na Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro
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