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Nov/Dezembro/06
Prêmio ANA consagra
experiências bem sucedidas na gestão das águas
Na
noite de 6 de dezembro, no auditório do Conjunto Cultural da
Caixa Econômica Federal, em Brasília, os três melhores projetos
brasileiros relacionados a água ganharam o I Prêmio ANA,
oferecido pela Agência Nacional de Águas.
Um total
de 284 iniciativas, de quinze estados, foram avaliadas pela
comissão julgadora do Prêmio, que escolheu quinze finalistas.
Na
categoria Gestão de Recursos Hídricos, a iniciativa vencedora
foi o Projeto de Assessoria Técnica e Científica ao Comitê de
Gerenciamento da Bacia Hidrográfica do Rio Cubatão do Norte –
Extensão Universitária Voltada ao Meio Ambiente e aos Recursos
Hídricos, da Universidade de Joinville (Univille), em Santa
Catarina.
Em Uso
Racional de Recursos Hídricos, o premiado foi o Programa de
Formação e Mobilização Social para a Convivência com o
Semi-Árido: Um Milhão de Cisternas Rurais, sediado em Recife,
Pernambuco. O projeto atua em nove estados do Nordeste e áreas
de Minas Gerais e Espírito Santo, já tendo capacitado, só neste
ano, 124.265 famílias.
A última
iniciativa a ser premiada foi “Convivência com a Realidade
Semi-Árida” – Construção de Cisternas para Captação e
Armazenamento de Água da Chuva, na categoria Água para a Vida. O
projeto do Centro de Educação Popular e Formação Sindical (CEPFS)
é sediado na cidade paraibana de Teixeira e conseguiu que mais
de 870 cisternas fossem construídas na localidade.
Segundo
o diretor-presidente da Agência Nacional de Águas, José Machado,
o Prêmio ANA serve como ferramenta para disseminar, em toda a
sociedade brasileira, conceitos e atitudes que colaborem para o
reconhecimento do valor da água e da necessidade do cuidado do
seu uso e conservação. Para a ministra do Meio Ambiente, Marina
Silva, a premiação da Agência dá visibilidade, reconhecimento,
estímulo, às boas práticas e boas experiências na área de
recursos hídricos.
O
Secretário Executivo do Consórcio Lagos São João, Luiz Firmino,
foi um dos cinco profissionais do país, de notório saber e
reconhecida competência, não vinculados à Agência, convidados
para serem jurados, com a difícil missão de selecionar as
melhores experiências. Os critérios de avaliação dos projetos
foram: efetividade, impacto social, cultural e ambiental; adesão
e participação social; potencial de difusão e originalidade.
Secretaria Executiva do CILSJ
www.lagossaojoao.org.br
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