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No
mês de dezembro/04, pescadores de São Pedro da
Aldeia convidaram diversas instituições locais,
entre elas o CILSJ, o IBAMA, o Batalhão
Florestal, as prefeituras de Iguaba e São Pedro
para discutirem questões relacionadas a pesca
predatória na região.
Na
reunião os pescadores demonstraram a preocupação
com o uso de redes de malha predatória,
ocasionando diversos problemas, e reivindicaram
algumas providencias integradas. Entre estas
providencias podemos destacar:
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O Batalhão Florestal e o IBAMA irão realizar a
curto prazo, ações e incursões com o objetivo
de reprimir a pesca predatória com malhagem
abaixo da permitida.
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A curto prazo, o CILSJ providenciará uma campanha
de educação ambiental com a instalação de painéis
explicativos nos mercados de peixes da região,
acompanhados de réguas que demonstrem o tamanho correto
para a pesca e consumo de cada uma das espécies
de peixes ali comercializados, objetivando, com
isso, permitir que os próprios consumidores vejam
se aquele peixe está dentro do tamanho
permitido.
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A médio prazo, o CILSJ encaminhará às
prefeituras uma proposta de implantação de uma
força-tarefa intermunicipal, composta por membros
das guardas municipais utilizando-se de lanchas
para a fiscalização permanente e contínua da
Lagoa de Araruama. Este patrulhamento se dará
através de um patrulhamento ostensivo feito de
forma revezada pelas guardas municipais,
articuladas numa força-tarefa com o objetivo de
inibir e prevenir ações de pesca predatória,
assim como qualquer agressão à orla da Lagoa. As
ocorrências por eles encontradas serão levadas
ao Ibama e/ou Batalhão Florestal.
Durante
a reunião os pescadores registraram que está
havendo um considerável aumento na pesca, o que
indica que os trabalhos para a recuperação da
Lagoa (tanto de esgotamento quanto de
desassoreamento) estão trazendo bons resultados,
mas que a pesca predatória, principalmente de
tainhotas, está ocorrendo de forma
indiscriminada e precisando ser combatida.
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