Região Hidrográfica da Lagoa de Araruama e do Cabo Frio

A Região Hidrográfica da Lagoa de Araruama e do Cabo Frio cobre uma superfície aproximada de 572 km². Reúne a lagoa de Araruama e sua bacia contribuinte, as restingas de Massambaba e Cabo Frio, o cabo Frio (acidente geográfico hoje pertencente ao município de Arraial do Cabo) e um pequeno trecho ao norte do Canal de Itajuru que termina na praia das Conchas.

A região hidrográfica limita-se a oeste com as bacias das lagoas de Jacarepiá e Saquarema, ao norte e noroeste com as bacias dos rios São João e Una – Cabo de Búzios e a leste e sul com o Oceano Atlântico. A região abarca integralmente apenas o município de Arraial do Cabo e parcelas dos municípios de Cabo Frio, São Pedro da Aldeia, Iguaba Grande, Araruama, Saquarema e Rio Bonito.

A região e cortada pelas rodovias RJ-106 (Rodovia Amaral Peixoto), RJ -102 (Arraial – Búzios), Via Lagos e RJ-138 (Araruama – São Vicente). Na região encontram-se as cidades de Arraial do Cabo, Cabo Frio, São Pedro da Aldeia, Iguaba Grande e Araruama, e as localidades de Praia Seca, Figueira e Monte Alto. A economia é baseada na exploração de petróleo em alto mar, no turismo e veraneio, na construção civil e na pesca.

O relevo é dominado por colinas e baixadas.As principais elevações são as serras de Sapiatiba, Sapiatiba Mirim e Palmital e os morros do Cabo Frio, dentre as quais o do Miranda, do Forno, do Atalaia, do Cabo e do Farol. Nas baixadas e colinas, as matas foram quase que integralmente suprimidas, sendo substituídas por pastagens. Restam pequenas manchas isoladas de florestas nas serras do Palmital e Sapiatiba. Uma vegetação nativa de árvores e arbustos com grande quantidade de cactos é marcante na região, cobrindo a maior parte dos morros litorâneos e todas as ilhas. Classificada com o nome oficial de “savana estépica” pelo IBGE, ela é exclusiva da área do CILSJ. Remanescentes de vegetação de restinga podem ser encontrados nas restingas de Massambaba e Cabo Frio.

Clique nos links abaixo para saber conhecer detalhes dos principais ecossistemas:

Região Hidrográfica das Lagoas de Saquarema, Jaconé e Jacarepiá

A Região Hidrográfica das Lagoas de Saquarema, Jaconé e Jacarepiá cobre uma superfície de cerca de 310 km², distando cerca de 100 km da cidade do Rio de Janeiro, 24 de km Araruama, 48 km de Maricá e 63 km de Cabo Frio. A distância máxima norte-sul da região é de 14 km, enquanto que a leste-oeste atinge 26 km. A região limita-se a oeste com a bacia da lagoa de Maricá, ao norte com as bacias da Bacia de Guanabara e do rio São João e a leste com a bacia da lagoa de Araruama. As lagoas, bem como suas respectivas bacias hidrográficas, situam-se em grande parte no município de Saquarema.

Na planície costeira, de oeste para leste, a primeira lagoa é de Jaconé, seguida por Saquarema e posteriormente por Jacarepiá.

Síntese Informativa das Lagoas Saquarema, Jaconé e Jacarepiá


Característica



Lagoas


Saquarema


Jaconé


Jacarepiá

Classificação

Laguna
de restinga

Laguna
de restinga

Laguna
de restinga

Área
da Lagoa (km2)

24

4,0

1,5

Perímetro
(km)

45

8,0

7,5

Área
da Bacia (km2)

215

30

65

Principais
Afluentes

Rios
Roncador ou Mato Grosso, Tingui, Mole,
Jundiá, Seco, Padre e Bacaxá.

Rio
Grande de Jaconé

Rio
Fazendinha

Fonte: CILSJ.

A região é cortada pelas rodovias RJ-106 (Rodovia Amaral Peixoto) e RJ-128 (Latino Melo – Bacaxá). Até o final dos anos sessenta, ela era servida pela Estrada de Ferro Maricá, que nas bacias tinha as estações de Jaconé, Santiago, Sampaio Correia, Morro dos Pregos, Nazaré, Bacaxá e Ipitangas. Na região encontra-se a cidade de Saquarema e as áreas urbanas de Bacaxá, Villatur, Jaconé, Sampaio Correia e os povoados de Rio Mole, Tingui e Rio Seco. A população fixa esta em torno de 52 mil pessoas. No verão há um crescimento notável do contingente populacional. De acordo com dados do IBGE, existem cerca de 15 mil domicílios nas bacias.

O relevo da região é constituído por serras que formam um arco ao norte, delimitando-a, por colinas e por amplas baixadas formados por restingas e material trazido pelos rios. Nas baixadas dominam as lagoas e extensos brejos periféricos, em grande parte drenados pelo Governo do Estado do Rio de Janeiro nos idos de 1950 e, posteriormente, pelos proprietários rurais e empresas imobiliárias.

O clima é quente e úmido, com estação chuvosa no verão. Nas serras situadas na periferia que demarcam a bacia, a quantidade média de chuva alcança mais de 1.250mm. No povoado de Rio Mole, por exemplo, ela é de 1.313 mm. Já nas baixadas, esta em torno de 1.000 a 1.250 mm. Na porção que abrange a cidade de Saquarema, na parte leste e em toda a bacia da lagoa de Jacarepiá, ela atinge em média menos de 1.000 mm. Na cidade de Saquarema a média de chuvas é de 935 mm.

O quadro a seguir mostra a quantidade média mensal de chuvas e as temperaturas médias mensais em Saquarema.

 



Jan




Fev




Mar



Abr


Mai


Jun


Jul



Ago




Set




Out



Nov


Dez


Máximas


28°C


29°C


28°C


27°C


26°C


24°C


24°C


24°C


24°C


25°C


26°C


28°C


Mínimas


22°C


22°C


22°C


21°C


20°C


18°C


18°C


18°C


19°C


19°C


21°C


22°C


Média


25°C


26°C


26°C


24°C


23°C


22°C


21°C


21°C


21°C


22°C


23°C


24°C


Precip.


79 mm


43 mm


53 mm


79 mm


69 mm


43 mm


46 mm


36 mm


61 mm


81 mm


81 mm


102 mm

Fonte: http://br.weather.com/weather/climatology/BRXX0667

As matas de baixada foram quase totalmente suprimidas, inclusive as situadas nas margens dos rios, sendo substituídas por pastagens. Todavia, boas parcelas de Mata Atlântica podem ser vistas nas montanhas e uma amostra valiosas de mata de restinga encontra-se preservada na Reserva Ecológica de Jacarepiá.

Com respeito às atividades agropecuárias, segundo dados do IBGE relativos a 1999, as principais lavouras permanentes na região eram de banana (760 ha), laranja (378 ha), limão (267 ha), tangerina (75 ha), coco (178 ha) e mamão. Entre as lavouras temporárias, sobressaem-se a da cana-de-açúcar (33 ha), feijão (75 ha), mandioca (218 ha) e milho (79 ha). Os rebanhos alcançam um total de 9 a 10 mil bovinos, mais de 900 porcos, 600 cavalos e outras criações como codorna, galinhas, coelhos, cabras e ovelhas. O número de estabelecimentos agropecuários em 1997 era de apenas 336. O valor apurado do ITR em 2000 alcançou a cifra irrisória de R$ 13.773,15. As atividades de extração mineral concentram-se basicamente na exploração de brita e areia, destinadas predominantemente ao atendimento da demanda da construção civil. Em 1997, o número de empresas com CGC era de 1.042.

Existem poucas áreas protegidas públicas e privadas na bacia. Dentre elas incluem-se a Áreas de Proteção Ambiental de Massambaba, a Reserva Ecológica de Jacarepiá e uma Reserva Particular do Patrimônio Natural – RPPN na Serra de Mato Grosso, de propriedade do cantor Nei Matogrosso.

Contudo a Lei Orgânica do Município de Saquarema, no Capítulo dedicado ao Meio Ambiente, estabelece importantes normas, como mostrando abaixo, que se aplicam à conservação das lagoas.

NORMAS AMBIENTAIS DA LEI ORGÂNICA


ARTIGO


MANDAMENTO

Artigo
 204, § 4°
O
Conselho Municipal de Meio Ambiente
deverá ser consultado quando da implantação
de projetos em área de relevante interesse
ecológico, em áreas limítrofes àquelas
de preservação permanente e quando se
tratar de projetos de grande porte ou
que envolva suspeita de danos ao meio
ambiente.
Art.
205

São
áreas de preservação permanente:

I
– os manguezais, o espelho d’ água dos
lagos e lagunas, áreas estuarinas e
as restingas, na forma da lei;

II
– as praias;

III
– as nascentes e as faixas marginais
de proteção de águas superficiais;

IV
– as áreas que abriguem exemplares ameaçados
de extinção, raros, vulneráveis ou menos
conhecidos, na fauna e flora, bem como
aqueles que sirvam com local de pouso,
alimentação ou reprodução;

V
– as áreas de interesse arqueológico,
histórico, científico, paisagístico
e cultural;

VI
– as falésias fósseis e as encostas
das colinas localizadas às margens das
lagoas e sua respectiva vegetação;

VII
– a vegetação nativa de faixa marginal
das lagoas de Saquarema, Jaconé, Jaconé;
Pequena, Jacarepiá, Marrecas, Vermelha
e Ipitanga;

VIII
– os brejos do entorno da lagoa de Jacarepiá
e a ilha respectiva.

Art.
206

São
áreas de relevante interesse ecológico,
cuja utilização dependerá de prévia
autorização dos órgãos competentes,
preservados seus atributos essenciais
:

I
– aqueles com coberturas florestais
nativas;

II
– a faixa marginal de proteção das lagoas
do Município;

III
– as lagoas de Jaconé, Saquarema, Jaconé
Pequena, Marrecas;

IV
– os brejos no entorno das lagoas de
Saquarema;

V
– as ilhas da lagoa do Município.

Art.
209

É
vedada a privação do entorno das lagoas
do Município numa faixa mínima

de
quinze (15) metros, contados a partir
da orla máxima.

Fonte: Lei Orgânica de Saquarema

Termo de Ajustamento de Conduta assinado em abril de 2002 entre o Ministério Público, a Secretaria estadual de Meio Ambiente e a Superintendência Estadual de Rios e Lagoas (Serla), estabelece como sendo abril de 2004 o prazo final para conclusão dos estudos e a delimitação das faixas marginais das lagoas de Saquarema, Jaconé, Jacarepiá. Releva mencionar que as lagoas de Jaconé e Saquarema já tem um projeto de alinhamento de orla aprovado por ato legal (Decreto 2.417 de 16.02.79).

Os sambaquis constituem um dos mais notáveis patrimônios culturais da região. Em Saquarema, eles vem sendo estudados pela equipe de arqueólogos do Museu Nacional (UFRJ) desde 1987. Os sambaquis foram descobertos em meados dos anos 70 por moradores da região. Até o momento foram catalogados 24 sambaquis, datados de 4520 ± 190 a 1790 ± 50 anos antes do presente. O sambaqui da Beirada é o mais bem estudado e onde a Prefeitura, instalou uma exposição com o material encontrado. O trabalhos arqueológicos foram conduzidos pela Professora Linda Kneip, recém falecida. Releva mencionar que em Saquarema existe um artesanato variado como cestaria e trançado em taboa, taquara, bambu, cipó, folha de ubá e de bananeira, bem como objetos em cerâmica e corda.

Conheça as lagoas da região clicando em cima dos nomes.

 

Região Hidrográfica da bacia do rio Una e do Cabo de Búzios

A Região Hidrográfica da bacia do rio Una e do Cabo de Búzios cobre uma superfície aproximada de 626 km². Limita-se ao norte e a oeste com a bacia do rio São João e ao sul com a bacia da lagoa de Araruama. Compreende a bacia do rio Una, o cabo de Búzios e uma faixa de terra a sua retaguarda, que se estende da ponta do Pai Vitório até a praia das Conchas. A região abarca integralmente o município de Armação dos Búzios e parcelas dos municípios de Cabo Frio, São Pedro da Aldeia, Iguaba Grande e Araruama.

É cortada pelas rodovias RJ-106 (Rodovia Amaral Peixoto), RJ -102 (Arraial – Búzios), Via Lagos e RJ-138 (Araruama – São Vicente), bem como por estradas municipais, entre as quais se destacam a São Vicente (Araruama) – Santo Antônio (Cabo Frio), com uma variante para Tamoios (Cabo Frio) e a São Pedro da Aldeia – São Vicente. Na região encontram-se a cidades de Armação dos Búzios, a vila de Tamoios e os povoados de São Vicente, Rasa e Tamoios. A economia é baseada na exploração de petróleo em alto mar, no turismo e no veraneio, na construção civil e na pesca.

O relevo é dominado por colinas baixas e planícies, sendo as elevações representadas pela serra das Emerências e Sapiatiba e por pequenos morros costeiros no Cabo de Búzios. A baixada pode ser separada em duas. A primeira, aqui chamada de baixada do Peró, posiciona-se entre a praia das Conchas e a serra das Emerências. A segunda, que pode ser designada de baixada de Tamoios – Búzios, espalha-se ao oeste da península e na zona central e litorânea da bacia do Una. Nas baixadas existiam extensos brejos periféricos, em grande parte drenados pelo DNOS, Prefeituras, e posteriormente por proprietários rurais e empresas imobiliárias. Releva mencionar ainda a presença de falésias em frente a praia Rasa.

O clima é semi-árido quente. A temperatura média anual fica em torno de 25º C. A média das máximas alcança 29º C no verão e 24ºC no inverno, com máxima absoluta de 36º C. A média das mínimas chega a 22º C no verão e a 19º C no inverno, com mínima absoluta de 12º C. A insolação é bastante alta e corresponde a 2.507 horas/ano, com pique máximo de 210 horas/mês durante o verão. Em decorrência da pouca nebulosidade, a evaporação é também elevada e corresponde a 894mm/ano, com variações de 70 a 80mm/mês. A umidade do ar sempre se mantém acima de 80%, por causa da proximidade do mar e grande exposição aos ventos úmidos. As precipitações pluviométricas atingem 800 mm/ano. A estação chuvosa de outubro-janeiro perde intensidade em fevereiro-março (60mm/mês) e sofre ainda maior redução na estação seca de julho-agosto (40mm/mês). Como a precipitação é inferior à evaporação, a região apresenta balanço hídrico negativo de cerca de l00mm/ano.

As atividades agropecuárias resumem-se a criação de gado e pequenas lavouras. Nas baixadas, as matas foram quase que integralmente suprimidas, sendo substituídas por pastagens. Um tipo particular de mata atlântica, formado por uma vegetação seca de árvores e arbustos, com quantidade copiosa de cactos, cobre grande parte dos morros litorâneos e todas as ilhas. Classificada com o nome oficial de “savana estépica” pelo IBGE, ela é exclusiva da região. Remanecentes de vegetação de restinga podem ser encontrados nas praias do Peró e na retaguarda das praias do Forte, Dunas e Foguete e em algumas praias de Búzios.

As matas da serra das Emerências reúnem quantidade apreciável de pau-brasil. Bons remanescentes de mata de restinga são encontrados em propriedades da Marinha do Brasil pertencentes à Base Aeronaval de São Pedro da Aldeia.

Foram criadas na região várias áreas protegidas públicas e privadas. Dentre elas incluem-se as Áreas de Proteção Ambiental (APA) de Sapiatiba e do Pau Brasil, estabelecidas pela FEEMA, bem como as APA’s da Azeda-Azedinha e da Serra das Emerências pela Prefeitura de Búzios. Merecem destaque também as áreas tombadas das dunas do Peró. A Reserva Tauá, em Búzios, é um exemplo de área particular. A Marinha do Brasil tem preservado uma Mata de Restinga na costa da praia de Verão Vermelho. Os sítios arqueológicos constituem uma das maiores riquezas da região. Segundo o IPHAN, até o presente foram cadastrados 48 em Cabo Frio e 11 em Búzios.

Saiba mais clicando em cima dos nomes. 

Região Hidrográfica do rio São João

A bacia do rio São João está localizada a 220 20’e 220 50’ de latitude sul e 420 00’ e 420 40’ de longitude oeste, compreendendo uma superfície de 2.160 km2 e perímetro de 266 km.

O formato da bacia é de uma pêra sendo a maior distância leste-oeste de 67 km e a maior norte-sul de 43 km. O ponto mais elevado está a 1.719 metros de altitude. A bacia faz limite à oeste com a bacia da baía da Guanabara, ao norte e nordeste com as bacias dos rios Macaé e das Ostras e ao sul com as bacias do rio Una e das lagoas de Araruama, Jacarepiá e Saquarema. Oito municípios integram o território da bacia. Cachoeiras de Macacu, Rio Bonito, Casimiro de Abreu, Araruama, São Pedro da Aldeia, Cabo Frio e Rio das Ostras encontram-se parcialmente inseridos na bacia, enquanto o município de Silva Jardim esta integralmente nela inserido.

A bacia dista cerca de 74 km da cidade do Rio de Janeiro. A partir da capital, o acesso à bacia se faz inicialmente pela ponte Rio – Niterói, tomando-se em seguida a BR-101. Prossegue-se por esta estrada através dos municípios de São Gonçalo, Itaboraí, Tanguá e Rio Bonito. Pouco depois da cidade de Rio Bonito tem início a bacia do rio São João. O divisor de águas entre as bacias da baía da Guanabara e do rio São João é cruzado pela BR-101 cerca de dois quilômetros após o entroncamento da Via Lagos, na altura do bairro de Rio do Ouro. A partir deste ponto, a BR-101 prolonga-se por cerca de 70 km no interior da bacia em tela, abandonando-a a aproximadamente 3,5 km ao norte da vila de Rio Dourado, para ingressar na bacia do rio Macaé.

Outros acessos à bacia do rio São João:


Cidade
Ponto de Partida


Acesso


Japuíba
(Cachoeira de Macacú)


Pela
RJ-106, entra-se na bacia transpondo
a serra de Patis.


Sana
(Macaé)


Estrada
de terra que liga Sana a Casemiro de
Abreu. Entra-se na bacia após a transposição
da serra, quando faltam cerca de 2,5
km para se chegar a Casemiro de Abreu.


Glicério
(Macaé)

Estrada
de terra que liga Glicério a Rio Dourado.
Entra-se na bacia após a transposição
da serra. 


Macaé

Através
da BR-101, cerca de 5 km após a vila
de Rocha Leão ou por meio da RJ –106.
A bacia começa no centro de Rio das
Ostras, na altura da praia do Centro.


Cabo
Frio e Arraial do Cabo


Entra-se
na bacia através da RJ-106 ou por meio
da entrada vicinal que passa pela vila
de Tamoios

Fonte: CILSJ

Clique aqui para conhecer detalhes da bacia do rio São João.


Bacia


Ecossistemas
Aquáticos



Divisores
de Água



Antigo
Rio São João



Chuvas




Antiga
Lagoa de Juturnaíba



Relevo




As
Obras do DNOS




Cobertura
Vegetal e Uso da Terra




O
Atual Rio São João




Áreas
Protegidas




Represa
de Juturnaíba




Municípios
e População




Os
Afluentes do Rio São João




Obras
de Infra-Estrutura e Empreendimentos




Rio
Bacaxá e Afluentes

 




Rio
Capivari e Afluentes

 




Regime,
Escoamento e Carga Sólida

 




Qualidade
das Águas

 



Usos

 



Biodiversidade

 




Impactos
Ambientais

 

Se você desejar aprofundar a sua pesquisa, clique em Bibliografia para ter acesso à lista de publicações existente. Ou faça download do livro sobre os Rio São João e das Ostras publicado pelo CILSJ em 2003, com apoio da FEEMA e da WWF.

O CILSJ gostaria de destacar três fontes que foram fundamentais na elaboração do presente texto:

  • Impactos Ambientais das Obras de Engenharia sobre o ambiente biofísico da bacia do Rio São João, de Sandra Batista da Cunha da UFRJ, publicada em 1994 pela UFRJ e Prefeitura de Silva Jardim;
  • Subsídios para Gestão dos Recursos Hídricos das Bacias Hidrográficas dos Rios Macacu, São João, Macaé e Macabu, de autoria do engenheiro Helder Costa, publicada em 1999 pela SEMADS (Projeto Planágua/GTZ);
  • Entre a terra e a água: Estudo sobre as relações das sociedades humanas com os manguezais da Ecorregião de São Tomé entre 1950 e 2000. Rio de Janeiro, UFRJ, 2001, tese de doutorado de Aristides Soffiati Netto da UFF.